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	<title>Febre Amarela</title>
	<link>http://www.febreamarela.saudeonline.net</link>
	<description>Saiba mais sobre sintomas, tipos, transmissão...</description>
	<pubDate>Sat, 03 May 2008 14:15:27 +0000</pubDate>
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		<title>Se nada for feito, febre amarela urbana deve voltar</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 14:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias sobre a Febre Amarela]]></category>

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		<description><![CDATA[Médico da Fiocruz avalia que país está próximo de uma epidemia de dengue 4, mais grave que a atual, no Rio
A febre amarela urbana ameaça Rio e São Paulo, avalia o clínico Antônio Sérgio Almeida Fonseca, médico que em 1986 examinou em Nova Iguaçu (cidade na região metropolitana do Rio) o primeiro caso de dengue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Médico da Fiocruz avalia que país está próximo de uma epidemia de dengue 4, mais grave que a atual, no Rio</p>
<p>A febre amarela urbana ameaça Rio e São Paulo, avalia o clínico Antônio Sérgio Almeida Fonseca, médico que em 1986 examinou em Nova Iguaçu (cidade na região metropolitana do Rio) o primeiro caso de dengue após décadas sem registros. A falta de eficácia do poder público no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das duas doenças, trará de volta, inevitavelmente, a febre amarela em sua forma urbana, estima o especialista.<br />
A população brasileira está &#8220;totalmente exposta&#8221; às doenças ao mosquito Aedes aegypti.<br />
Em entrevista a Folha, Fonseca, 51, assessor da Vice-Presidência de Serviços de Referência e Ambiente da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) alerta sobre o risco de retorno da febre amarela urbana.<br />
Além disso, o especialista prevê que muito em breve haverá, em alguma grande cidade brasileira, uma epidemia de dengue mais grave do que a atual, em curso no Rio. Desta vez provocada pelo vírus tipo 4, existente em países fronteiriços e no Caribe e que não é registrado no Brasil desde 1982. &#8220;Se estivesse sendo feita alguma coisa não teria voltado o 2&#8243;, disse ele, referindo-se à epidemia no Rio, responsável pela morte de 44 pessoas até sexta-feira no Rio e 67 em todo o Estado.  </p>
<p>FOLHA - O sr. fala que essa epidemia demonstra o despreparo das autoridades de saúde. Por quê?<br />
ANTÔNIO SÉRGIO DA FONSECA - Uma doença como a dengue tem mecanismo de transmissão conhecido. Tem as formas de prevenir, de atuar, conhecidas. Tem previsibilidade do que pode vir a acontecer. Logo, você tem de tentar montar uma estratégia que seja mais eficaz.<br />
Por mais que se esperasse, havia um despreparo completo. Isso é fundamental. Certamente nossa rede não estava preparada para isso. Em tese, era de se esperar que não houvesse nenhum óbito.<br />
Se a gente pegar a história desde quando começou, em 1986, há uma série de elementos que vão prevendo a sucessão de coisas que aconteceram nesses 22 anos. No final da década de 70 já se falava sobre o risco da urbanização da febre amarela, por conta do ressurgimento do Aedes aegypti e da população que vinha aumentando. Existia a preocupação da entrada da febre amarela.<br />
Um mosquito que tinha sido eliminado foi reintroduzido.<br />
Em 1986, em Nova Iguaçu, nos primeiros casos, que tive oportunidade de atender, achávamos até que era febre tifóide. Era uma família inteira, todas próximas do mesmo local. A gente não estava acostumado. Dengue a gente sabia de livro.<br />
Até que o vírus foi isolado na Fiocruz, era o dengue 1. Isso se estendeu rapidamente pelo município do Rio.</p>
<p>FOLHA - Por que sempre no Rio?<br />
FONSECA - O Rio apresenta algumas condições que favorecem isso. É cidade com problema habitacional sério. Um não-acesso de grande parte da população à água encanada, principalmente em favelas. O Rio tem a característica de ter uma periferia central. Você tem no centro morro da Providência, morro do Estácio. Na zona sul, morro do Chapéu Mangueira, Pavãozinho. As cidades se organizam e as periferias vão ficando cada vez mais afastadas. No Rio, ela está dentro.</p>
<p>FOLHA - Então não tem jeito?<br />
FONSECA - É uma situação que permite o surgimento de criadouros. Além das condições climáticas, que são favoráveis. Em 1986 foram casos relativamente simples, com muita sintomatologia, mas sem maior gravidade. Uma epidemia volumosa, mas de certa forma benigna, como a maioria dos casos de dengue. O que se temia, pelos estudos, é que a sucessão de entrada de outros vírus em períodos curtos permite o surgimento de formas mais graves da doença.<br />
Dois anos depois entrou outro vírus, o 2, que está circulando atualmente. Fez uma segunda epidemia. Aí apareceram os primeiros casos de febre hemorrágica da dengue. A partir do Rio essas epidemias foram nacionalizadas, atingiu o Brasil como um todo. A partir daí tivemos epidemias sucessivas em Estados diferentes.</p>
<p>FOLHA - Se era previsível porque não se impediu a propagação da doença?<br />
FONSECA - As estratégias foram muito voltadas para a propaganda. A estratégia montada ao longo desses 22 anos foi focada na destruição dos criadouros. Mas ela é muito informativa. Ela recomendava fazer isso.<br />
Existe uma precarização clara da contratação dos profissionais que já foram chamados de mata-mosquitos, hoje agentes de endemias. Eles têm contratos precários. É leviano para mim falar da questão da formação, mas acredito que essa formação talvez não seja a mais adequada. E existe uma desarticulação completa da estrutura do trabalho dos agentes de endemias, da área de vigilância sanitária, com a área do atendimento básico.<br />
Ao longo desses anos o Brasil investiu em proposta de mudança do modelo assistencial, trabalhando a atenção básica com a estratégia de saúde da família, atingindo índices de cobertura ótimos, o que não existe no Rio.<br />
Aqui é muito baixo, 8%. A gente sabe que nas grandes cidades é mais difícil. Atingir uma cobertura completa na cidade menor é muito mais fácil. Agora, no Rio existe um aparelho público estatal grande de saúde. Modificar esse modelo é mais difícil. Rio e São Paulo tiveram grandes dificuldades.</p>
<p>FOLHA - Isso foi fundamental para a atual epidemia?<br />
FONSECA - Uma cobertura baixa do programa de saúde da família. Uma cidade onde você tem uma periferia central. Uma cidade que foi vítima da entrada dos três vírus, sucessivas epidemias, clima favorável, déficit habitacional. O Rio tem atenção básica, mas no modelo convencional, o posto de saúde. O saúde da família vai aonde o indivíduo está e trabalha com membros da própria comunidade. Vai ter uma possibilidade de transformação muito maior.</p>
<p>FOLHA - Por que não se adotou uma estratégia específica?<br />
FONSECA - Ela foi muito focada na responsabilização do cidadão. &#8220;O culpado é você porque tem bromélia, o culpado é você porque deixa água empoçada, que não tampa as caixas d&#8217;água&#8221;. É falho.<br />
Outra coisa falha é que as medidas têm que ser contínuas e acompanhadas de grandes exemplos. Quando você identifica um depósito de carros oficiais abandonado com água dentro, ora, como você vai poder falar com uma mãe que tem que botar terrinha no vaso? Ela faz isso, e a filha fica doente porque do outro lado o poder público não deu conta de eliminar um grande criador.</p>
<p>FOLHA - O vírus 4 já ameaça?<br />
FONSECA - A epidemia de dengue de 2002 entrou em janeiro. Quando voltei para trabalhar depois do Ano Novo eu estranhei: vai estourar alguma coisa. Em 2002 a coisa foi muito mais explosiva. Era a entrada de um vírus. A população toda está exposta. É o risco que a gente corre com a entrada do 4.</p>
<p>FOLHA - E quando chega o 4?<br />
FONSECA - Está batendo na trave, a gente pode dizer isso. A qualquer momento. Roraima é perto da Venezuela, do Caribe, onde o vírus circula. A população brasileira está totalmente exposta. Talvez ainda não tenha tido essa explosão porque o vírus está em área de baixa densidade demográfica. Uma epidemia dessa monta certamente vai começar na região Sudeste. Ou nas capitais do Nordeste. Ela precisa de um aglomerado urbano importante. A entrada de um novo vírus é algo esperado. Desde 1986 eles têm entrado sucessivamente.</p>
<p>FOLHA - O que está sendo feito pelas autoridades em relação ao 4?<br />
FONSECA - Acho que se estivesse sendo feita alguma coisa não teria voltado o 2. Acho que está sendo feito muito pouco. Tem coisas de longo prazo, que dizem respeito a articulações entre os diversos setores; em envolvimento de poder público, privado e comunitário. Tem que haver no poder público a articulação entre as esferas federais, estaduais e municipais. Nas municipais, articulação de educação, saúde, saneamento, habitação.</p>
<p>FOLHA - Mas isso não existe?<br />
FONSECA - É muito pouco, estamos engatinhando.</p>
<p>FOLHA - Só no Rio?<br />
FONSECA - Diria que nos país inteiro. Alguns locais estão mais avançados, pelo menos no campo da saúde existem alguns avanços. A estruturação de um sistema de saúde, com atenção básica eficaz, ações articuladas no setor público, envolvendo a participação da comunidade.</p>
<p>FOLHA - O alto número de mortes mostra que o médico, de um modo geral, não estava preparado para diagnosticar a doença?<br />
FONSECA - É uma análise difícil. A teoria é uma, a prática, outra. Sabíamos de ler, de literatura, o manejo do dengue em criança, mas só fomos ter experiência prática agora. Por outro lado, isso vai um pouco além da preparação do profissional. A forma de vinculação dele com o conhecimento do que é uma rede, o despreparo da atenção básica. Está faltando uma qualidade no nosso filtro. O filtro é a atenção básica.</p>
<p>FOLHA - Por que a febre amarela urbana não chegou ainda?<br />
FONSECA - A urbanização da febre amarela é outro capítulo. É doença de primatas, silvícola. O homem entra acidentalmente quando penetra nesses ambientes. Para ter a urbanização, precisa, primeiramente, uma quantidade de pessoas contaminadas vindas dessas áreas e uma população maior de Aedes do que tem hoje. O que a gente costuma dizer é que se nada for feito daqui a alguns anos será inevitável a urbanização.</p>
<p>FOLHA - Inevitável em quantos anos?<br />
FONSECA - Se você não monitorar a população de Aedes, se você não fizer investimento no controle das migrações&#8230; A diferença da febre amarela é que existe uma vacina eficaz, que protege por dez anos. Se a gente não tiver controle rígido dessas migrações, é inevitável. Rio e São Paulo são os dois grandes riscos, pois têm uma população explosiva em termos de densidade demográfica e baixa cobertura vacinal para febre amarela.</p>
<p>Fonte: Folha de São Paulo</p>
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		<title>Morte de macaco-prego fecha zoológico em Catanduva</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 14:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias sobre a Febre Amarela]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria de Saúde de Catanduva, a 385 km de São Paulo, fechou o zoológico da cidade por 20 dias a partir de sábado (15) por causa da morte de um macaco-prego.
O zoológico fechado recebia cerca de 800 pessoas por semana. Técnicos do Instituto Adolpho Lutz vão tentar descobrir se a morte do macaco-prego que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Saúde de Catanduva, a 385 km de São Paulo, fechou o zoológico da cidade por 20 dias a partir de sábado (15) por causa da morte de um macaco-prego.</p>
<p>O zoológico fechado recebia cerca de 800 pessoas por semana. Técnicos do Instituto Adolpho Lutz vão tentar descobrir se a morte do macaco-prego que vivia no bosque foi provocada pelo vírus da febre amarela silvestre.</p>
<p>Como medida preventiva, os moradores de bairros próximos ao zoológico estão sendo vacinados contra a doença. Neste domingo, pelo menos 2,5 mil casas são visitadas pelos agentes de combate ao mosquito transmissor do Aedes Aegypti.</p>
<p>Desde janeiro já foram encontrados mortos na região noroeste 61 macacos com suspeita de febre amarela. Em quatro, o Instituto Adolfo Lutz confirmou a doença. Em Catanduva, este é o primeiro caso registrado este ano.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Ministério da Saúde confirma 38 casos de febre amarela desde 2007</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 14:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias sobre a Febre Amarela]]></category>

		<category><![CDATA[Agência Brasil - 17/03/08]]></category>

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		<description><![CDATA[O último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde informa que até o dia 14 deste mês foram notificados 65 casos suspeitos de febre amarela silvestre no país desde 16 de dezembro de 2007, quando foi confirmado o primeiro caso da doença. Desse total, 38 casos foram confirmados, com 20 mortes. O boletim divulgado pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde informa que até o dia 14 deste mês foram notificados 65 casos suspeitos de febre amarela silvestre no país desde 16 de dezembro de 2007, quando foi confirmado o primeiro caso da doença. Desse total, 38 casos foram confirmados, com 20 mortes. O boletim divulgado pelo ministério diz que outros 23 casos foram descartados para febre amarela e quatro permanecem em investigação.</p>
<p>Quanto aos prováveis locais de infecção dos casos confirmados, 55% foram em áreas silvestres de Goiás; 22% em Mato Grosso do Sul; 13% no Distrito Federal; 5% no Mato Grosso e 5% no Paraná.</p>
<p>Dos 38 casos confirmados para febre amarela silvestre, 71% foram em homens, com idade média de 40 anos, variando entre 15 e 69 anos. Destes, 87% não eram vacinados e 13% haviam sido vacinados há mais de dez anos.</p>
<p>Desde dezembro de 2007, ainda segundo o boletim, foram distribuídas 14,330 milhões de doses de vacinas contra febre amarela para as 27 unidades federadas e aplicadas 8.314.458 doses, das quais 7.778.491 nos meses de janeiro e fevereiro de 2008.</p>
<p>Dados parciais recebidos do Distrito Federal e de Goiás apontam aplicação de 1.413.644 e de 2.798.726 doses de vacinas, respectivamente, de dezembro passado a fevereiro de 2008.</p>
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		<title>Morte de macaco-prego fecha zoológico em Catanduva</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 01:07:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias sobre a Febre Amarela]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria de Saúde de Catanduva, a 385 km de São Paulo, fechou o zoológico da cidade por 20 dias a partir de sábado (15) por causa da morte de um macaco-prego.
O zoológico fechado recebia cerca de 800 pessoas por semana. Técnicos do Instituto Adolpho Lutz vão tentar descobrir se a morte do macaco-prego que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Saúde de Catanduva, a 385 km de São Paulo, fechou o zoológico da cidade por 20 dias a partir de sábado (15) por causa da morte de um macaco-prego.</p>
<p>O zoológico fechado recebia cerca de 800 pessoas por semana. Técnicos do Instituto Adolpho Lutz vão tentar descobrir se a morte do macaco-prego que vivia no bosque foi provocada pelo vírus da febre amarela silvestre.</p>
<p>Como medida preventiva, os moradores de bairros próximos ao zoológico estão sendo vacinados contra a doença. Neste domingo, pelo menos 2,5 mil casas são visitadas pelos agentes de combate ao mosquito transmissor do Aedes Aegypti.</p>
<p>Desde janeiro já foram encontrados mortos na região noroeste 61 macacos com suspeita de febre amarela. Em quatro, o Instituto Adolfo Lutz confirmou a doença. Em Catanduva, este é o primeiro caso registrado este ano.</p>
<p>Fonte: G1 - 16/03/08</p>
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		<title>Confirmada morte de macaco por febre amarela em Minas</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 18:46:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias sobre a Febre Amarela]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde ontem (13), a Secretaria de Saúde de Minas Gerais intensificou a vacinação contra a febre amarela na zona rural do município de João Pinheiro, no noroeste do estado. A medida foi tomada depois que o Instituto Adolpho Lutz, de São Paulo, confirmou que um macaco encontrado morto em fevereiro estava com a doença.
Essa é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde ontem (13), a Secretaria de Saúde de Minas Gerais intensificou a vacinação contra a febre amarela na zona rural do município de João Pinheiro, no noroeste do estado. A medida foi tomada depois que o Instituto Adolpho Lutz, de São Paulo, confirmou que um macaco encontrado morto em fevereiro estava com a doença.</p>
<p>Essa é a primeira confirmação de febre amarela em macacos no estado. A secretaria informou, por nota, que atualmente tem um caso em investigação sobre a doença no município de Unaí, próximo a Brasília. Um garoto de 11 anos, que mora na zona rural e já está em recuperação, está com a suspeita da doença e passa por exames.</p>
<p>&#8220;Estes dois casos mostram a necessidade de permanente vigilância&#8221;, diz a nota da secretaria, que pede a colaboração da população para avisar à vigilância ambiental sobre casos de animais encontrados mortos próximos a matas e zonas rurais.</p>
<p>A vacina contra febre amarela fica disponível o ano todo nos postos de saúde, mas deve ser tomada somente se a pessoa não tiver sido imunizada nos últimos dez anos.</p>
<p>Fonte:  Agência Brasil - 14/03/08</p>
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		<title>Paraná confirma 2 casos e uma morte por febre amarela</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 18:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Saúde do Paraná confirmou nesta quarta-feira a ocorrência de dois casos de febre amarela autóctones (contraída dentro do Estado) em Laranjal, a 380 quilômetros de Curitiba, no centro-oeste do Estado. Um rapaz de 27 anos, que teve a doença confirmada por exame laboratorial, está internado em um hospital de Ivaiporã, onde realiza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Saúde do Paraná confirmou nesta quarta-feira a ocorrência de dois casos de febre amarela autóctones (contraída dentro do Estado) em Laranjal, a 380 quilômetros de Curitiba, no centro-oeste do Estado. Um rapaz de 27 anos, que teve a doença confirmada por exame laboratorial, está internado em um hospital de Ivaiporã, onde realiza hemodiálise, pois teve os rins afetados pela doença. Seu irmão, de 35 anos, apresentou os mesmos sintomas, mas acabou morrendo no dia 29 de fevereiro sem realizar os exames. Em razão da análise clínico-epidemiológica, a secretaria diagnosticou como morte causada pela febre amarela.</p>
<p>Este ano, o Paraná já tinha registrado dois outros casos de febre amarela, um deles com óbito, mas ambos foram contraídos fora do Estado. Os dois irmãos que tiveram a febre amarela confirmada agora moravam e trabalhavam como madeireiros na zona rural de Laranjal. O primeiro sentiu os sintomas no dia 24 de fevereiro e o que morreu, no dia seguinte. A Secretaria da Saúde mapeou hoje uma área de risco que envolve 157 municípios das regiões mais próximas a Laranjal. &#8220;É uma margem de segurança maior que a definida pelo Ministério da Saúde&#8221;, afirmou o secretário Gilberto Martin.</p>
<p>Essa área abrange as regionais de Foz do Iguaçu, Toledo, Campo Mourão, Cascavel, Francisco Beltrão, Pato Branco, União da Vitória, Guarapuava e Irati. Nessa área vivem pouco mais de 3 milhões de pessoas. Estima-se que 900 mil ainda não foram vacinadas. Pela metodologia estabelecida, servidores da secretaria visitarão todas as casas da zona rural para vacinar até o dia 4 de abril quem ainda não foi imunizado. Na área urbana, as vacinas estarão disponíveis nas unidades de saúde.</p>
<p>A área de transição estabelecida pela secretaria abrange 127 municípios, com um total de 2,5 milhões de pessoas, nas regionais de Londrina, Maringá, Ivaiporã, Apucarana, Paranavaí, Cianorte e Umuarama. Estima-se que 755 mil pessoas ainda não foram imunizadas nessa região. Até 25 de abril pretende-se que 100% da população da zona rural seja vacinada, por meio de visitas domiciliares. Na zona urbana, a vacinação será feita como de rotina nos postos de saúde. Segundo a secretaria, as regionais de Cornélio Procópio, Jacarezinho, Telêmaco Borba, Ponta Grossa, Curitiba e Paranaguá não oferecem riscos.</p>
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		<title>Paraná registra primeiro caso de febre amarela contraída no estado</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 18:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná confirmou ontem (11) à noite o primeiro registro de febre amarela contraída no estado. O caso ocorreu no município de Laranjal, situado na região centro-oeste do estado, a 327 quilômetros de Curitiba.
O município tem 7,4 mil habitantes, dos quais 6,3 mil (84,7%) moram na área rural. Segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná confirmou ontem (11) à noite o primeiro registro de febre amarela contraída no estado. O caso ocorreu no município de Laranjal, situado na região centro-oeste do estado, a 327 quilômetros de Curitiba.<br />
O município tem 7,4 mil habitantes, dos quais 6,3 mil (84,7%) moram na área rural. Segundo a assessoria de imprensa da secretaria, o paciente permanece internado, mas apresenta melhora no quadro clínico.</p>
<p>No Paraná, 71% da população está imunizada contra febre amarela, mas, devido ao caso confirmado ontem, o estado vai intensificar as ações de prevenção. O secretário de Saúde, Gilberto Martin, anuncia ainda hoje (12) as medidas a serem adotadas para evitar mais registros de doença.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil - 12/03/08</p>
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		<title>Confirmado primeiro caso de febre amarela na Argentina</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 18:37:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias sobre a Febre Amarela]]></category>

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		<description><![CDATA[Buenos Aires, 3 mar (EFE) - O Ministério da Saúde da província de Misiones, no nordeste da Argentina, confirmou hoje o primeiro caso de febre amarela no país.
O afetado pela doença é um trabalhador rural de 24 anos, que desempenhava sua tarefa em uma zona conhecida como Peñalito, perto da fronteira com o Brasil e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Buenos Aires, 3 mar (EFE) - O Ministério da Saúde da província de Misiones, no nordeste da Argentina, confirmou hoje o primeiro caso de febre amarela no país.</p>
<p>O afetado pela doença é um trabalhador rural de 24 anos, que desempenhava sua tarefa em uma zona conhecida como Peñalito, perto da fronteira com o Brasil e onde a doença havia sido detectada em macacos, afirmou o ministro da Saúde de Misiones, José Guccione.</p>
<p>O paciente, identificado como Marcelo Dornel e que não era vacinado, permanece internado em um hospital da cidade de Oberá e não corre risco de morte, acrescentou.</p>
<p>&#8220;Clinicamente ele está bem. Inclusive na sexta-feira passada quis receber alta de maneira pessoal&#8221;, detalhou em entrevista coletiva Guccione, antes de comentar que &#8220;nas próximas 24 ou 48 horas&#8221; o paciente, oriundo da localidade de San Vicente e pai de dois filhos, voltará para casa.</p>
<p>O ministro afirmou que há outro caso &#8220;suspeito&#8221; em análise em Misiones, fronteira com Paraguai e Brasil, e indicou que na província &#8220;já há 800 mil pessoas vacinadas&#8221; contra a febre amarela.</p>
<p>O Ministério da Saúde argentino confirmou o caso em comunicado e reiterou as recomendações e ações preventivas que realiza nas províncias de risco.</p>
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		<title>Ministério da Saúde confirma mais duas mortes por febre amarela</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 18:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias sobre a Febre Amarela]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta-feira (28) mais duas mortes por febre amarela silvestre no país. Os casos são de uma mulher de 65 anos do estado de Goiás e de um homem de 44 anos do Mato Grosso do Sul.
Ao todo, 19 pessoas já morreram por causa da doença. O governo contabiliza 35 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta-feira (28) mais duas mortes por febre amarela silvestre no país. Os casos são de uma mulher de 65 anos do estado de Goiás e de um homem de 44 anos do Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Ao todo, 19 pessoas já morreram por causa da doença. O governo contabiliza 35 casos confirmados. Dois ainda continuam em investigação.</p>
<p>Fonte:  G1 - 28/02/08</p>
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		<title>Estoque mundial de vacina contra a febre amarela está acabando, alerta OMS</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 18:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias sobre a Febre Amarela]]></category>

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		<description><![CDATA[O estoque mundial de vacina contra febre amarela está sob pressão extrema, declarou um alto funcionário da Organização Mundial da Saúde (OMS). &#8220;A esta altura, nosso estoque da vacina para emergências globais está em baixa&#8221;, disse Mike Ryan, coordenador da rede de alerta e resposta a surtos globais da OMS.
&#8220;Estamos no limite da nossa capacidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O estoque mundial de vacina contra febre amarela está sob pressão extrema, declarou um alto funcionário da Organização Mundial da Saúde (OMS). &#8220;A esta altura, nosso estoque da vacina para emergências globais está em baixa&#8221;, disse Mike Ryan, coordenador da rede de alerta e resposta a surtos globais da OMS.</p>
<p>&#8220;Estamos no limite da nossa capacidade para entregar a vacina para campanhas emergenciais e campanhas preventivas de massa. É uma posição bem desconfortável&#8221;, afirmou Ryan.</p>
<p>A OMS depende de três produtores pré-qualificados de vacina contra febre amarela: a Sanofi-Aventis, da França, o Instituto Pasteu do Senegal e o Bio-Manguinhos, da brasileira Fundação Oswaldo Cruz. A atual capacidade de produção mundial é de até 35 milhões de doses ao ano.</p>
<p>A OMS despachou lotes da vacina para o Paraguai e o Brasil nos últimos meses para conter os surtos da doença na América do Sul. Para isso, usou parte do estoque dedicado a campanhas de vacinação em países africanos como Senegal, Togo, Camarões e Burkina Fasso.</p>
<p>Ryan disse que é importante fazer com que as vacinas, cujo custo é de pouco mais de R$ 1 por unidade, sejam repostas rapidamente e estocadas em níveis confortáveis. &#8220;Precisamos garantir mais segurança no número de fabricantes que temos e na escala de produção disponível&#8221;, avaliou.</p>
<p>Fonte: G1 - 27/02/08</p>
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