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Novo mosquito pode disseminar a febre amarela no Brasil

Estudo inédito, financiado pelo Ministério da Saúde, alerta sobre uma “ameaça potencial à expansão territorial do vírus da febre amarela silvestre” no País, “com conseqüências imprevisíveis para a saúde pública”.

Segundo o trabalho, a presença do mosquito Aedes albopictus em áreas de circulação do vírus da febre amarela traz risco de aumento da transmissão da doença silvestre e do ressurgimento de sua forma urbana, uma vez que o inseto consegue viver nas matas e nas cidades.

Isto é, o mosquito poderia ser a ponte para que o vírus da doença, que hoje circula apenas em matas, passe a transitar também em áreas urbanas do Brasil.

Fonte: Agestado - 21/02/08

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Vírus da dengue pode proteger cidades da febre amarela, sugere estudo

O temido vírus da dengue pode estar desempenhando, sem querer, um papel positivo nas cidades brasileiras, impedindo que a febre amarela urbana volte a atacar. De acordo com indícios intrigantes, levantados por pesquisadores da USP de Ribeirão Preto, o causador da dengue e o vírus da febre amarela estariam competindo no interior dos mosquitos que transmitem ambas as doenças, com uma vitória clara do primeiro.

Se a hipótese estiver correta, ela explica de forma simples e elegante por que a febre amarela não voltou a invadir as cidades do Brasil desde a erradicação do problema nos anos 1940, quando os mosquitos transmissores do vírus foram quase eliminados. De quebra, a idéia traz um pouco mais de tranqüilidade diante do medo de uma nova epidemia urbana da doença. “Eu gostaria muito que isso fosse verdade, mas ainda é cedo para ter certeza”, diz o professor Benedito Antonio Lopes da Fonseca, chefe do Laboratório de Virologia Molecular da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto.

As pistas sobre a guerra entre os dois tipos de vírus estão sendo seguidas por Fonseca e por sua aluna Emiliana Pereira Abrão da Costa, cujo projeto de tese de doutorado  investiga o tema. Os dois vilões microscópicos pertencem ao mesmo grupo, o dos flavivírus. Também usam o mesmo vetor para alcançar os seres humanos: os mosquitos do gênero Aedes. Essas características em comum levaram Fonseca a desenvolver a hipótese da competição entre os vírus dentro dos insetos.
“Como não temos a estrutura para criar e infectar os mosquitos vivos em laboratório, procuramos fazer um teste com uma cultura de células”, conta Fonseca. Os pesquisadores empregaram células especialmente cultivadas do mosquito Aedes albopictus (primo menos famoso do A. aegypti), que servem de meio para a multiplicação dos flavivírus.
“O que nós descobrimos é que, quando as células são infectadas pelo vírus da dengue, é praticamente impossível fazer com que o vírus da febre amarela se estabeleça nelas depois, mesmo que tentemos infectar essas células com milhares de vírus”, explica Fonseca. “Parece haver uma interferência na replicação do vírus da febre amarela, de forma que, em vez de uma produção de centenas de milhares ou milhões de partículas virais, obtemos só algumas centenas.”

Dúvidas no ar
Além de mais testes com mosquitos, um dos jeitos de confirmar a hipótese seria usar dados históricos sobre a prevalência das duas doenças, mas nesse ponto há algumas dificuldades, explica o virologista da USP. “A dengue só se tornou importante internacionalmente depois da Segunda Guerra Mundial. Sabemos que o vírus é originário da Ásia. Pode ser que, de fato, até pela falta de intercâmbio do Brasil com essa região no passado, a dengue tenha chegado aqui depois que a febre amarela foi erradicada nas cidades. Ou ela já estava presente, mas o diagnóstico não era feito ou era feito confundindo a dengue com a febre amarela.”

O significado dos achados para a saúde pública ainda precisa ser ponderado. Por um lado, lembra Fonseca, não se sabe qual a proporção de mosquitos Aedes urbanos infectados pela dengue – ou seja, se a “proteção” oferecida por um vírus contra o outro é total ou apenas parcial.

Há, no entanto, algumas razões para considerar que é um bom negócio ter trocado a febre amarela pela dengue nas cidades. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 10% dos infectados com febre amarela morre da doença. Já a dengue costuma matar menos de uma pessoa a cada mil doentes. Embora ambas sejam um problema sério de saúde pública, a dengue, pelo menos na maioria dos casos, parece ser o mal menor.

“Por outro lado, temos a vacina contra a febre amarela, enquanto não há como se proteger diretamente da dengue por falta de vacina”, compara Fonseca. “Por isso, ainda não podemos baixar a guarda contra nenhuma das duas doenças.”

Fonte: www.g1.com.br - 14/2/2008

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Seis pessoas morreram por febre amarela no DF desde o início do ano

Dos 11 casos de febre amarela confirmados no Distrito Federal desde o início do ano, seis terminaram em morte, o que resulta numa taxa de letalidade superior a 50%. Os dados são do balanço emitido hoje (14) pela Secretaria de Saúde do DF.
A mais recente confirmação de morte por febre amarela é a do caseiro Francisco da Guia dos Santos. Ele faleceu no dia 21 de janeiro no Hospital Regional de Sobradinho, depois de um dia de internação. A Secretaria de Saúde ainda não sabe informar se o caseiro foi contaminado em Goiás ou no DF, já que ele trabalhava em Sobradinho, mas esteve em cidades goianas.

Até agora, sete áreas rurais de Goiás e quatro do Distrito Federal são apontadas como prováveis locais de contaminação da doença.

Ao todo, a Secretaria de Saúde recebeu 16 notificações, sendo que duas foram descartadas após exames clínicos e de laboratório. Três casos suspeitos ainda estão sob investigação.

O balanço de casos de febre amarela no país, feito pelo Ministério da Saúde ainda não contabiliza os números divulgados pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal. De acordo com o boletim emitido hoje (14) pelo ministério, o Distrito Federal tem quatro casos confirmados, sendo que dois resultaram em morte.

De qualquer forma, tanto nas contas da secretaria do DF quanto nas do Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade da doença no Distrito Federal é de aproximadamente 50%. Ou seja, morreu metade das pessoas que contraíram a febre amarela em Brasília ou vieram se tratar nos hospitais brasilienses.

No país, segundo o Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade da doença também está em 50%. Até ontem (13), haviam sido confirmados 30 casos de febre amarela. Desses, 15 evoluíram para morte.

Fonte: Agência Brasil - 14/02/08

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Brasil fez alerta internacional sobre doença

Em 21 de dezembro do ano passado, o Brasil divulgou um alerta aos países da OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre a ocorrência de morte de macacos com suspeita de febre amarela no Centro Oeste.

A morte de macacos pode ser um aviso da circulação do vírus nas matas. Na semana passada, foi confirmado o primeiro caso de 2008 no Brasil em humanos Graco Carvalho Abubakir, 38, morador de Brasília, que havia passado uma temporada em Pirenópolis, em Goiás.

A propósito do alerta, o Ministério da Saúde divulgou ontem, por meio de nota oficial, que “o regimento internacional estabelece que, quando da ocorrência de possível emergência de saúde pública de importância internacional, o país deve comunicar a ocorrência em 24 horas”.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) chegou a divulgar que o alerta poderia fazer com que aumentasse o número de países que exigem vacina dos turistas brasileiros, o que foi negado pela pasta e pela OMS. Jarbas Barbosa da Silva Junior, gerente da área de vigilância em Saúde e gestão de doenças da OPAS (Organização Pan Americana de Saúde), braço da OMS, afirma que a notificação não é algo incomum.

“Não é mais obrigatória a notificação internacional da febre amarela. O Brasil notificou porque isso poderia gerar uma preocupação em países vizinhos”, disse Silva Júnior.

Turismo
Os nove escritórios da Embratur (Empresa Brasileira de Turismo) no exterior estão alertando operadores e turistas estrangeiros da necessidade da vacina caso as viagens sejam para as regiões de risco. A empresa, que é ligada ao governo federal e objetiva impulsionar o turismo brasileiro no mercado internacional, tem escritórios em Frankfurt, Madri, Nova York, Los Angeles, Paris, Milão, Tóquio, Lisboa e Londres.

Cerca de 5,02 milhões de estrangeiros visitaram o Brasil em 2006, de acordo com os dados mais recentes do Ministério do Turismo, que não quis comentar se haverá impacto no turismo nacional.

A Associação Brasileira das Operadoras de Turismo afirmou que dificilmente haverá conseqüências negativas. “Em geral as pessoas se vacinam e fazem a viagem”, disse o presidente da entidade, José Eduardo Barbosa.

Fonte: Folha de São Paulo

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Nem surto nem epidemia

Especialistas ouvidos pela Folha dizem que os três casos confirmados e os outros 17 sob investigação não configuram nem epidemia nem surto da doença. “São casos isolados”, explicou o epidemiologista Pedro Tauil, da Universidade de Brasília.

Tauil disse que epidemia é um aumento inusitado de casos da doença, e surto é um tipo de epidemia localizada em que os casos têm relação entre si. Em 2000, o Brasil apresentou surto da forma silvestre da doença, segundo Jarbas Barbosa da Silva Junior, da OPAS (Organização Pan Americana de Saúde), braço da OMS (Organização Mundial da Saúde). Naquele ano, houve 85 casos e 40 mortes, todos silvestres.

Fonte: Folha de S.Paulo - 15/01/2008

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Vacinas: Fiocruz dobra a produção anual de vacinas contra febre amarela

A pedido do Ministério da Saúde, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) vai dobrar a produção anual de vacinas contra a febre amarela. O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio Manguinhos) produz 15 milhões de doses por ano neste ano,
serão 30 milhões. Só em janeiro, a produção será triplicada. Normalmente, a demanda é de 1,3 milhão de doses por mês. Até o fim do mês, serão produzidas 4 milhões de doses. Não há risco de desabastecimento, diz a Fiocruz.

Fonte: Folha de S.Paulo - 15/01/2008

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Infectologista defende vacina obrigatória contra febre amarela

O médico infectologista Vicente Amato Neto, 80, um dos mais renomados do país, defende que o governo federal exija o certificado de vacinação a todos que forem a trabalho ou a passeio em regiões endêmicas de febre amarela, como forma de
evitar novos casos da doença, mostra reportagem publicada na edição desta segunda-feira da Folha de S.Paulo (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Desde o começo do mês, 24 casos suspeitos de febre amarela foram notificados no país. Dois foram confirmados –Graco Carvalho Abubakir, 38, que morreu no último dia 8, e uma mulher de 42, que contraiu a doença em Mato Grosso do Sul e está internada em São Paulo– e cinco casos foram descartados. Os demais permanecem sob análise.
Entre 1996 e 2007, o país registrou 349 casos da doença em pessoas que entraram nas matas e não tinham sido previamente imunizadas, de acordo com registros do Ministério da Saúde. Para o infectologista, o momento é de preocupação porque a infestação do mosquito Aedes aegypti –que transmite dengue e febre amarela– é
alta em áreas urbanas do país, o que pode facilitar o aparecimento da doença na cidade.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, foi ontem à TV e, em cadeia nacional negou o risco de uma epidemia da doença.  Para Amato Neto, a vacinação em massa é um assunto que deve entrar em cogitação. Também em entrevista à Folha, o cancerologista Drauzio Varella, 64,  que contraiu febre amarela em 2004, discorda da necessidade de vacinação
coletiva. Ele afirma que não vê os casos suspeitas como um alerta e que a situação é normal no país.
Febre amarela
Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, calafrios, mal-estar, vômito, dores no corpo, pele e olhos amarelados e sangramentos.

De acordo com o Ministério da Saúde, as áreas consideradas de risco no país são as de matas e rios dos Estados da região Norte e Centro-Oeste, parte da região Nordeste –Maranhão, sudoeste do Piauí, oeste e extremo-sul da Bahia–, região
Sudeste –Minas, oeste de São Paulo e norte do Espírito Santo– e região Sul — oeste dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A vacina é aplicada gratuitamente em postos de saúde de todos os municípios do país, além de salas de vacinação em portos, aeroportos e fronteiras. A proteção vale por dez anos e deve ser tomada dez dias antes da viagem para a área de risco.

A imunização é contra-indicada a gestantes, imunodeprimidos –pessoas com o sistema imunológico debilitado– e pessoas alérgicas a gema de ovo.

Fonte: Folha Online – 14/01/2008

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Febre amarela: Em centros urbanos, “risco de contaminação é zero”, diz infectologista

Desde o começo do ano, o Brasil registrou 24 casos suspeitos de febre amarela, 17 deles ainda estão sob investigação. Outros dois casos foram confirmados e uma das pessoas contaminadas morreu. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou não haver risco de epidemia, mas ainda assim, a procura pelos postos de vacinação aumentou até cinco vezes em diversas cidades do país. Em entrevista ao UOL News, o infectologista Celso Granato, chefe do laboratório de virologia da Escola de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) afirmou que o risco de uma pessoa ser contaminada em áreas urbanas “é zero” e aconselhou a vacinação apenas para quem tiver contato com áreas de risco.

“O número de casos é pequeno, muito menor do que tem acontecido em anos passados e são casos de pessoas que estiveram em região de mata, não estamos tendo casos de pessoas que permaneceram na cidade. A chance de uma pessoa de São Paulo ter febre amarela sem sair da cidade e ir para uma região de mata é zero”, afirmou Granato.

O infectologista adverte que a vacina contra febre amarela deve ser tomada apenas “quando a pessoa for se expor e caso ela não tenha se protegido anteriormente”, uma vez que o efeito imunizador tem validade de até 10 anos. A recomendação de Granato é manter-se protegido ao visitar “certas regiões do Mato Grosso e da Amazônia brasileira” e outras áreas indicadas pelas autoridades.

Granato lembra ainda que, por ser produzida a partir de “vírus vivo enfraquecido em laboratório”, a vacina pode ter efeitos colaterais, letais em grupos específicos de pessoas.

“Indivíduos com problemas de alergia à vacina, mulheres grávidas ou quem tenha algum grau de imunodeficiência não devem tomar a vacina. Não é uma vacina para ser tomada à toa”, disse o especialista.

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Ministério da Saúde confirma 50ª notificação de suspeita de febre amarela no país

O Ministério da Saúde já contabilizou 50 notificações de suspeitas de febre amarela no país. Ainda em análise, o último caso é de uma pessoa que mora em Minas Gerais e que, provavelmente, foi infectada em área de mata de Goiás. O ministério não informou o nome, o sexo ou a idade do doente.
Embora as autoridades de Saúde já tenham descartado a infecção por febre amarela em 21 dos 50 casos, outras quatro ocorrências continuam sob análise. Os casos confirmados da doença totalizam 25, sendo que 13 deles resultaram na morte do infectado.
Segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, os prováveis locais de infecção já confirmados ocorreram em áreas silvestres de Goiás, do Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal, que, das 25 confirmações, registraram, respectivamente, 18, quatro e três ocorrências.
Entre os infectados, há 17 homens, com idades variando de 22 a 64 anos. O ministério alega não ter sido possível comprovar se 92% foram vacinados. Os 8% restantes haviam sido vacinados há mais de dez anos.
O primeiro caso de febre amarela silvestre foi confirmado no dia 17 de dezembro de 2007. O último caso, ainda sob suspeita, foi registrado no dia 21 de janeiro de 2008.
Ainda segundo o ministério, entre janeiro e novembro de 2007, 46 localidades de todo o Brasil notificaram que macacos haviam morrido em condições suspeitas. Destas notificações, em apenas quatro localidades foi verificada a ocorrência de febre amarela silvestre.
Já de dezembro de 2007 até hoje (6), já foram notificadas mortes de macacos em 249 localidades de 141 municípios.
O ministério informou que 11,471 milhões doses de vacinas contra a doença já foram distribuídas em todos os estados e no Distrito Federal desde dezembro passado.
Segundo informações repassadas pelos próprios estados e o Distrito Federal, 92% destas doses foram aplicadas durante o mês de janeiro. Foram registrados 47 casos de reações adversas à vacina, sendo que 21 pacientes tiveram de ser hospitalizados.
O ministério assegurou que os critérios para a distribuição de vacinas têm observado a ocorrência de casos humanos e animais de febre amarela silvestre. Como as pessoas foram infectadas em uma área geográfica que compreende o Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul e as regiões noroeste de Minas Gerais e de São Paulo, o ministério recomenda que tomem a vacina as pessoas não vacinadas nos últimos 10 anos, residentes ou que se dirijam para as áreas afetadas, desaconselhando a revacinação em período inferior a 10 anos da última dose.
Outra recomendação às secretarias estaduais de Saúde das áreas afetadas é dar prioridade na vacinação de quem ainda não tenha recebido a primeira dose, além de investigar devidamente cada registro de morte de macaco.

Fonte: Agência Brasil - 06/02/08

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Goiás confirma mais uma morte por febre amarela

Mais uma morte por febre amarela foi confirmada na noite de ontem (1º) pela Secretaria de Saúde de Goiás. Com isso, o número de pessoas mortas por causa da doença  no estado subiu para 12. No total, são 17 confirmações de febre amarela em Goiás, que investiga mais dois casos.

O exame sorológico, no último caso, foi feito pelo Laboratório Público do Distrito Federal. A vítima era um homem, cujo nome não foi divulgado, que trabalhava no campo e contraiu a doença na zona rural de Planaltina de Goiás, que fica na região do entorno do Distrito Federal. A região do entorno compreende municípios dos estados de Goiás e de Minas Gerais.
O trabalhador não era vacinado, foi internado no último dia 21, no Hospital Regional de Taguatinga (DF), e faleceu oito dias depois, em 29 de janeiro.
De acordo com o último boletim da Situação da Febre Amarela no Brasil, divulgado às 17 horas de ontem (1º), pelo Ministério da Saúde, já foram descartados, em Goiás, 12 casos suspeitos de contágio pela doença.

Fonte: Agestado - 02/02/08

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