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Morte de macaco-prego fecha zoológico em Catanduva

A Secretaria de Saúde de Catanduva, a 385 km de São Paulo, fechou o zoológico da cidade por 20 dias a partir de sábado (15) por causa da morte de um macaco-prego.

O zoológico fechado recebia cerca de 800 pessoas por semana. Técnicos do Instituto Adolpho Lutz vão tentar descobrir se a morte do macaco-prego que vivia no bosque foi provocada pelo vírus da febre amarela silvestre.

Como medida preventiva, os moradores de bairros próximos ao zoológico estão sendo vacinados contra a doença. Neste domingo, pelo menos 2,5 mil casas são visitadas pelos agentes de combate ao mosquito transmissor do Aedes Aegypti.

Desde janeiro já foram encontrados mortos na região noroeste 61 macacos com suspeita de febre amarela. Em quatro, o Instituto Adolfo Lutz confirmou a doença. Em Catanduva, este é o primeiro caso registrado este ano.

Fonte: G1

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Ministério da Saúde confirma 38 casos de febre amarela desde 2007

O último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde informa que até o dia 14 deste mês foram notificados 65 casos suspeitos de febre amarela silvestre no país desde 16 de dezembro de 2007, quando foi confirmado o primeiro caso da doença. Desse total, 38 casos foram confirmados, com 20 mortes. O boletim divulgado pelo ministério diz que outros 23 casos foram descartados para febre amarela e quatro permanecem em investigação.

Quanto aos prováveis locais de infecção dos casos confirmados, 55% foram em áreas silvestres de Goiás; 22% em Mato Grosso do Sul; 13% no Distrito Federal; 5% no Mato Grosso e 5% no Paraná.

Dos 38 casos confirmados para febre amarela silvestre, 71% foram em homens, com idade média de 40 anos, variando entre 15 e 69 anos. Destes, 87% não eram vacinados e 13% haviam sido vacinados há mais de dez anos.

Desde dezembro de 2007, ainda segundo o boletim, foram distribuídas 14,330 milhões de doses de vacinas contra febre amarela para as 27 unidades federadas e aplicadas 8.314.458 doses, das quais 7.778.491 nos meses de janeiro e fevereiro de 2008.

Dados parciais recebidos do Distrito Federal e de Goiás apontam aplicação de 1.413.644 e de 2.798.726 doses de vacinas, respectivamente, de dezembro passado a fevereiro de 2008.

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Morte de macaco-prego fecha zoológico em Catanduva

A Secretaria de Saúde de Catanduva, a 385 km de São Paulo, fechou o zoológico da cidade por 20 dias a partir de sábado (15) por causa da morte de um macaco-prego.

O zoológico fechado recebia cerca de 800 pessoas por semana. Técnicos do Instituto Adolpho Lutz vão tentar descobrir se a morte do macaco-prego que vivia no bosque foi provocada pelo vírus da febre amarela silvestre.

Como medida preventiva, os moradores de bairros próximos ao zoológico estão sendo vacinados contra a doença. Neste domingo, pelo menos 2,5 mil casas são visitadas pelos agentes de combate ao mosquito transmissor do Aedes Aegypti.

Desde janeiro já foram encontrados mortos na região noroeste 61 macacos com suspeita de febre amarela. Em quatro, o Instituto Adolfo Lutz confirmou a doença. Em Catanduva, este é o primeiro caso registrado este ano.

Fonte: G1 - 16/03/08

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Confirmada morte de macaco por febre amarela em Minas

Desde ontem (13), a Secretaria de Saúde de Minas Gerais intensificou a vacinação contra a febre amarela na zona rural do município de João Pinheiro, no noroeste do estado. A medida foi tomada depois que o Instituto Adolpho Lutz, de São Paulo, confirmou que um macaco encontrado morto em fevereiro estava com a doença.

Essa é a primeira confirmação de febre amarela em macacos no estado. A secretaria informou, por nota, que atualmente tem um caso em investigação sobre a doença no município de Unaí, próximo a Brasília. Um garoto de 11 anos, que mora na zona rural e já está em recuperação, está com a suspeita da doença e passa por exames.

“Estes dois casos mostram a necessidade de permanente vigilância”, diz a nota da secretaria, que pede a colaboração da população para avisar à vigilância ambiental sobre casos de animais encontrados mortos próximos a matas e zonas rurais.

A vacina contra febre amarela fica disponível o ano todo nos postos de saúde, mas deve ser tomada somente se a pessoa não tiver sido imunizada nos últimos dez anos.

Fonte:  Agência Brasil - 14/03/08

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Paraná confirma 2 casos e uma morte por febre amarela

A Secretaria de Saúde do Paraná confirmou nesta quarta-feira a ocorrência de dois casos de febre amarela autóctones (contraída dentro do Estado) em Laranjal, a 380 quilômetros de Curitiba, no centro-oeste do Estado. Um rapaz de 27 anos, que teve a doença confirmada por exame laboratorial, está internado em um hospital de Ivaiporã, onde realiza hemodiálise, pois teve os rins afetados pela doença. Seu irmão, de 35 anos, apresentou os mesmos sintomas, mas acabou morrendo no dia 29 de fevereiro sem realizar os exames. Em razão da análise clínico-epidemiológica, a secretaria diagnosticou como morte causada pela febre amarela.

Este ano, o Paraná já tinha registrado dois outros casos de febre amarela, um deles com óbito, mas ambos foram contraídos fora do Estado. Os dois irmãos que tiveram a febre amarela confirmada agora moravam e trabalhavam como madeireiros na zona rural de Laranjal. O primeiro sentiu os sintomas no dia 24 de fevereiro e o que morreu, no dia seguinte. A Secretaria da Saúde mapeou hoje uma área de risco que envolve 157 municípios das regiões mais próximas a Laranjal. “É uma margem de segurança maior que a definida pelo Ministério da Saúde”, afirmou o secretário Gilberto Martin.

Essa área abrange as regionais de Foz do Iguaçu, Toledo, Campo Mourão, Cascavel, Francisco Beltrão, Pato Branco, União da Vitória, Guarapuava e Irati. Nessa área vivem pouco mais de 3 milhões de pessoas. Estima-se que 900 mil ainda não foram vacinadas. Pela metodologia estabelecida, servidores da secretaria visitarão todas as casas da zona rural para vacinar até o dia 4 de abril quem ainda não foi imunizado. Na área urbana, as vacinas estarão disponíveis nas unidades de saúde.

A área de transição estabelecida pela secretaria abrange 127 municípios, com um total de 2,5 milhões de pessoas, nas regionais de Londrina, Maringá, Ivaiporã, Apucarana, Paranavaí, Cianorte e Umuarama. Estima-se que 755 mil pessoas ainda não foram imunizadas nessa região. Até 25 de abril pretende-se que 100% da população da zona rural seja vacinada, por meio de visitas domiciliares. Na zona urbana, a vacinação será feita como de rotina nos postos de saúde. Segundo a secretaria, as regionais de Cornélio Procópio, Jacarezinho, Telêmaco Borba, Ponta Grossa, Curitiba e Paranaguá não oferecem riscos.

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Paraná registra primeiro caso de febre amarela contraída no estado

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná confirmou ontem (11) à noite o primeiro registro de febre amarela contraída no estado. O caso ocorreu no município de Laranjal, situado na região centro-oeste do estado, a 327 quilômetros de Curitiba.
O município tem 7,4 mil habitantes, dos quais 6,3 mil (84,7%) moram na área rural. Segundo a assessoria de imprensa da secretaria, o paciente permanece internado, mas apresenta melhora no quadro clínico.

No Paraná, 71% da população está imunizada contra febre amarela, mas, devido ao caso confirmado ontem, o estado vai intensificar as ações de prevenção. O secretário de Saúde, Gilberto Martin, anuncia ainda hoje (12) as medidas a serem adotadas para evitar mais registros de doença.

Fonte: Agência Brasil - 12/03/08

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Confirmado primeiro caso de febre amarela na Argentina

Buenos Aires, 3 mar (EFE) - O Ministério da Saúde da província de Misiones, no nordeste da Argentina, confirmou hoje o primeiro caso de febre amarela no país.

O afetado pela doença é um trabalhador rural de 24 anos, que desempenhava sua tarefa em uma zona conhecida como Peñalito, perto da fronteira com o Brasil e onde a doença havia sido detectada em macacos, afirmou o ministro da Saúde de Misiones, José Guccione.

O paciente, identificado como Marcelo Dornel e que não era vacinado, permanece internado em um hospital da cidade de Oberá e não corre risco de morte, acrescentou.

“Clinicamente ele está bem. Inclusive na sexta-feira passada quis receber alta de maneira pessoal”, detalhou em entrevista coletiva Guccione, antes de comentar que “nas próximas 24 ou 48 horas” o paciente, oriundo da localidade de San Vicente e pai de dois filhos, voltará para casa.

O ministro afirmou que há outro caso “suspeito” em análise em Misiones, fronteira com Paraguai e Brasil, e indicou que na província “já há 800 mil pessoas vacinadas” contra a febre amarela.

O Ministério da Saúde argentino confirmou o caso em comunicado e reiterou as recomendações e ações preventivas que realiza nas províncias de risco.

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Ministério da Saúde confirma mais duas mortes por febre amarela

O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta-feira (28) mais duas mortes por febre amarela silvestre no país. Os casos são de uma mulher de 65 anos do estado de Goiás e de um homem de 44 anos do Mato Grosso do Sul.

Ao todo, 19 pessoas já morreram por causa da doença. O governo contabiliza 35 casos confirmados. Dois ainda continuam em investigação.

Fonte: G1 - 28/02/08

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Estoque mundial de vacina contra a febre amarela está acabando, alerta OMS

O estoque mundial de vacina contra febre amarela está sob pressão extrema, declarou um alto funcionário da Organização Mundial da Saúde (OMS). “A esta altura, nosso estoque da vacina para emergências globais está em baixa”, disse Mike Ryan, coordenador da rede de alerta e resposta a surtos globais da OMS.

“Estamos no limite da nossa capacidade para entregar a vacina para campanhas emergenciais e campanhas preventivas de massa. É uma posição bem desconfortável”, afirmou Ryan.

A OMS depende de três produtores pré-qualificados de vacina contra febre amarela: a Sanofi-Aventis, da França, o Instituto Pasteu do Senegal e o Bio-Manguinhos, da brasileira Fundação Oswaldo Cruz. A atual capacidade de produção mundial é de até 35 milhões de doses ao ano.

A OMS despachou lotes da vacina para o Paraguai e o Brasil nos últimos meses para conter os surtos da doença na América do Sul. Para isso, usou parte do estoque dedicado a campanhas de vacinação em países africanos como Senegal, Togo, Camarões e Burkina Fasso.

Ryan disse que é importante fazer com que as vacinas, cujo custo é de pouco mais de R$ 1 por unidade, sejam repostas rapidamente e estocadas em níveis confortáveis. “Precisamos garantir mais segurança no número de fabricantes que temos e na escala de produção disponível”, avaliou.

Fonte: G1 - 27/02/08

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Bolívia reforça controle nas fronteiras com Brasil e Paraguai por medo da febre amarela

A Bolívia reforçou o controle médico em povoados do departamento de Santa Cruz, na fronteira com Brasil e Paraguai, para evitar uma eventual propagação da febre amarela, informaram autoridades sanitárias neste sábado.

“Um sistema de vacinação permanente e gratuita está disponível para aqueles que não foram vacinados” em quatro municípios na fronteira com ambos os países, anunciou o diretor de Epidemiologia da Prefeitura de Santa Cruz, Roberto Tórrez, citado pelo jornal La Razón.

O governo boliviano declarou alerta vermelho quarta-feira, medida que começou a ser aplicada em Santa Cruz (leste) e se estenderá às regiões de Beni (nordeste) e Pando (norte), no limites com o Brasil.

Até o momento nenhum caso de febre amarela foi registrado no Bolívia.

Fonte: AFP - 23/02/08

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